É minha recente pesquisa sobre pré-expressividade em danças maranhenses. Ainda não descobri que rumos esta criação está tomando, nem pretendo, esse trabalho fala muito da minha sensibilidade, do olhar sobre o movimento das raízes de nossa cultura. É um trabalho onde a dramaturgia é o espectador que compõe a partir do que ele consegue visualizar ao dialogar com o jogo que estarei propondo com meu corpo no espaço. é uma dramaturgia livre. Vem Cá Curiá desconstrói a tradição, os costumes, as crenças, num diálogo entre corpo, espaço do povo, espaço do novo, sagrado, profano, simbólico, alegre, sensual, partindo de relatos, sons e imagens do Cacuriá, uma dança folclórica típica e cultural do Maranhão.
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